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31 de julho: Dia de Santo Inácio, fundador da Companhia de Jesus

Jul 22, 2008

Uma nova maneira de olhar as coisas e as pessoas à luz da glória de Deus. Foi o que a escritora María Puncel pôde aprender na preparação da obra Inácio de Loyola (288 páginas, R$ 40), lançamento de Edições Loyola em homenagem ao Dia de Santo Inácio, comemorado em 31 de julho. O livro, voltado para jovens, em especial, é uma história romanceada da vida de Inácio de Loyola (1491-1556), fundador da Companhia de Jesus. 

Outro lançamento que traz uma breve biografia de Santo Inácio, entre outros 44 retratos de santos e bem-aventurados jesuítas, do século XVI ao XX, é Inácio, Francisco e outros santos jesuítas (160 páginas, R$ 19), de André Nazé. “Após uma infância e adolescência feliz no castelo de seus pais (em Loyola, Espanha), Inácio entra, aos quinze anos, na corte do duque de Arévalo, como pajem”, escreve o autor. Aos trinta anos, o então soldado do exército de Carlos V é atingido na perna por uma bala de canhão em Pamplona. “Acaba-se o tempo de conquistas amorosas e glória militar!”. 

A história prossegue: convalescente em Loyola, Inácio lê, na falta de romances, a vida de santos. E sonha ir a Jerusalém, mendigando. Convertido, se desvinculará de tudo: família, riquezas, punhal, espada, exceto de seu caderno de evangelho, no qual trezentas páginas escritas trazem palavras de Jesus e de Maria.

“Eis o peregrino, como ele (Inácio) mesmo se designa, na estrada rumo a Jerusalém”, conta Nazé. Antes de embarcar para Barcelona, em direção à Itália, Inácio troca suas vestes com as de um pobre e pede absolvição de todos os pecados passados a um monge de Montserrat. Recebe de Deus, na gruta de Manresa, as graças místicas das quais viverá adiante e que formariam um dia o âmago de seus famosos “Exercícios Espirituais”.

Por “Exercícios Espirituais”, entende-se, de acordo com o próprio Inácio: “qualquer modo de examinar a consciência, meditar, contemplar, orar vocal e mentalmente e outras atividades espirituais. Assim como passear, caminhar e correr são exercícios corporais, chamam-se exercícios espirituais diversos modos da pessoa se preparar e dispor para tirar de si todas as afeições desordenadas. E, depois de tirá-las, buscar e encontrar a vontade divina na disposição de sua vida para sua salvação” (Exercícios Espirituais, 1ª Anotação).

Dando continuidade à história narrada por Nazé, durante a peregrinação Inácio se vê radicalmente pobre, nas mãos da Providência. Depois da volta da Terra Santa, para atingir seu objetivo de “ajudar as almas”, por meio dos Exercícios Espirituais, se dá conta cada vez mais de que lhe será indispensável uma certa bagagem intelectual, teológica e mesmo filosófica. Apesar da idade, 33 anos, inicia seus estudos em Barcelona (1524), Alcalá (1526) e Salamanca (1527) e comparece sem medo ante o tribunal da Inquisição. Para assegurar de maneira mais sólida a sua doutrina, decide ir estudar em Paris.

Em Paris que se formará o primeiro núcleo da Companhia de Jesus: Pedro Fabro, Francisco Xavier e Inácio, que atrai a este grupo os estudantes Simão Rodrigues de Azevedo, Diogo Laínez, Afonso Salmerón e Nicolau Bobadilla. Em 1534, em Montmartre, os sete companheiros fazem votos de pobreza e castidade e prometem ir a Jerusalém. Mas, bloqueados em Veneza pela guerra contra os turcos, voltam-se para a evangelização no norte da Itália.

Ordenado padre em 1537, Inácio se prepara durante um ano para rezar sua primeira missa e Deus o conduz cada vez mais a colocar-se à disposição do papa para todas as missões que ele confiasse aos companheiros. “Em 1540, a bula pontifícia Regimini militantis reconhece a existência e a finalidade deste novo sincero grupo, do qual, por unanimidade, Inácio assume o governo”, revela o autor de Inácio, Francisco e outros santos jesuítas.

Devido à fidelidade ao papa, a amizade dos primeiros companheiros experimenta a prova da dispersão na Europa e nas Índias. Todavia, explica Nazé, nem todos os papas que sucederão compreendem a originalidade e a utilidade dessa jovem Companhia de Jesus. Em 1555, o novo papa Paulo IV é um adversário declarado da Companhia. Quando Inácio toma conhecimento de sua eleição, coloca tudo nas mãos de Deus, que irá tranqüilizá-lo.

“Em seu pequeno quarto do Gesù, no dia 31 de julho de 1556, sozinho, sem sacramentos, sem a benção do papa, Inácio de Loyola entrega a Deus sua grande alma. A ‘pequena Companhia’ continua...”, termina assim o autor.

Tanto o livro Inácio, Francisco e outros santos jesuítas, do qual a trajetória acima de Santo Inácio foi resumida, como Inácio de Loyola narram a história de um homem empenhado em cumprir a vontade de Deus acima de tudo. E esta aventura pessoal de Inácio de Loyola continua por mais de cinco séculos, com milhares de jesuítas que “beberam” de seu espírito, viveram seu espírito e serviram à Igreja.

A seguir, outros diversos títulos de Edições Loyola que tratam da vida de Inácio de Loyola, de seus Exercícios Espirituais e da história e tradição da Companhia de Jesus.

BIOGRAFIAS DE SANTO INÁCIO

EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS DE SANTO INÁCIO

COMPANHIA DE JESUS

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