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Conferencistas e mediadores do Ciclo Mutações - Elogio à preguiça

by Katia Saisi last modified Aug 02, 2011 09:01 AM

Adauto Novaes – Jornalista e professor; foi por vinte anos diretor do Centro de Estudos e Pesquisas da Fundação Nacional de Arte / Ministério da Cultura. Em 2000, fundou a empresa de produção cultural Artepensamento. Os ciclos de conferências que organizou resultaram nos seguintes livros de ensaios: Os sentidos da paixão; O olhar; O desejo; Ética; Tempo e história (Prêmio Jabuti); Rede imaginária: televisão e democracia; Artepensamento; A crise da razão; Libertinos /libertários; A descoberta do homem e do mundo; A outra margem do Ocidente; O avesso da liberdade; Poetas que pensaram o mundo; O homem-máquina; Civilização e barbárie; O silêncio dos intelectuais, todos editados pela Companhia das Letras.

Publicou ainda, Muito além do espetáculo (São Paulo: SENAC, 2000); A crise do Estado-nação (Rio de Janeiro: Record, 2003); Oito visões da América Latina (São Paulo: SENAC, 2006); Ensaios sobre o medo (São Paulo: SENAC /Edições SESC, 2007); O esquecimento da política (São Paulo: Agir, 2007); Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo (São Paulo: Agir / SESC, 2008); Vida, vício, virtude (São Paulo: SENAC, 2009); A condição humana (São Paulo: Agir /SESC, 2009) e Mutações: a experiência do pensamento (São Paulo: SESC, 2010).

Antonio Cicero – Poeta e ensaísta, sendo autor, entre outras coisas, dos livros de poemas Guardar (Rio de Janeiro: Record,1996) e A cidade e os livros (Rio de Janeiro: Record, 2002), bem como do tratado filosófico O mundo desde o fim (Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1995) e do livro de ensaios sobre poesia e arte Finalidades sem fim (São Paulo: Companhia das Letras, 2006). Em parceria com o poeta Waly Salomão, organizou o livro de ensaios O relativismo enquanto visão do mundo (Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1994) e, em parceria com o poeta Eucanaã Ferraz, a Nova antologia poética de Vinícius de Moraes (São Paulo: Companhia das Letras, 2003). É também autor de diversas letras de música, tendo como parceiros, entre outros, Marina Lima, Adriana Calcanhotto e João Bosco. Participou das coletâneas Poetas que pensaram o mundo; O silêncio dos intelectuais; A condição humana e Mutações: a experiência do pensamento.

Arthur Nestrovski – Diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp). Formado em música pela Universidade de York (Inglaterra) e doutor em literatura e música pela Universidade de Iowa (EUA), Nestrovski foi professor titular no programa de pós-graduação em comunicação e semiótica da PUC /SP. É autor de Notas Musicais (Publifolha, 2000), Outras Notas Musicais (Publifolha, 2009) e Palavra e Sombra (Ateliê, 2009), entre outros livros – incluindo alguns premiados títulos de literatura infantil, como Bichos Que Existem e Bichos Que Não Existem (Cosac Naify, 2002, Prêmio Jabuti de Livro do Ano / Ficção). Seu disco solo Jobim Violão foi lançado em 2007 (Gaia Discos /Instituto Moreira Salles; relançamento em 2009, pela Biscoito Fino). Também em 2007, lançou um cd de composições: Tudo o Que Gira Parece a Felicidade (Gaia Discos) e o DVD Amor Canção, registro de aula-show com Ná Ozzetti (Cultura Marcas). Em 2010, lança novo cd solo, Chico Violão (Biscoito Fino) e um disco em parceria com o cantor Celso Sim, Pra Que Chorar (Tratore). Nestrovski é o diretor musical do programa infantil Vila Sésamo (TV Cultura).

Eugène Enriquez – É professor emérito de sociologia na Universidade de Paris VII. Foi presidente do comitê de pesquisas de sociologia clínica da Associação Internacional de Sociologia. E autor de muitos artigos e dos livros: De la horde à l’État (Paris: Gallimard, 2003), tradução brasileira: Da horda ao Estado (Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999); As figuras do poder (São Paulo: Via Lettera, 2007); Le goût de l’altérité (Paris: Desclée de Brouwer, 1999); A organização em análise (Petrópolis: Vozes, 1999); La face obscure des démocraties modernes (com Cl. Haroche, Paris: ERES, 2002); Clinique du pouvoir (Paris: ERES, 2007) e Desir et resistence: la construction du sujet (com Cl. Haroche e J. Birman, Lyon: Ed. Parangon, 2010). Contribuiu recentemente com um artigo para o livro Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo.

Francis Wolff – Professor de filosofia na École Normale Supérieure (Paris). Foi professor na Universidade de Paris-Nanterre e na USP. É autor de artigos e livros dedicados à filosofia antiga, à filosofia da linguagem e à metafísica contemporânea, entre os quais destacam-se: Socrate (edição portuguesa: Sócrates, Teorema); Aristote et la politique (edição brasileira: Aristóteles e a política, São Paulo: Discurso Editorial); Dire le monde (edição brasileira: Dizer o mundo, São Paulo: Discurso Editorial); L’être, l’homme, le disciple (PUF); Notre humanité, d’Aristote aux neurosciences (Fayard). Publicou ensaios nos livros A crise da razão; O avesso da liberdade; Muito além do espetáculo; Poetas que pensaram o mundo; O silêncio dos intelectuais; Ensaios sobre o medo; O esquecimento da política; A condição humana; Vida, vício, virtude e Mutações: a experiência do pensamento.

Francisco Bosco – Ensaísta, autor de E livre seja este infortúnio (Rio de Janeiro: Azougue, 2010), Banalogias (Rio de Janeiro: Objetiva, 2007), Dorival Caymmi (São Paulo: Publifolha, 2006), Da amizade (Rio de Janeiro: 7 Letras, 2003) e Antonio Risério (Rio de Janeiro: Azougue, 2008, org.). Mestre e doutor em teoria da literatura pela UFRJ. Foi colunista da revista Cult entre 2006 e 2010. Atualmente é coordenador da rádio Batuta, do Instituto Moreira Salles, e membro da comissão editorial da revista Serrote. Escreve uma coluna semanal no jornal O Globo.

Francisco de Oliveira – Doutor pela USP, professor titular de Sociologia do Departamento de Sociologia da FFLCH-USP e ex-presidente do Cebrap – SP (1993-95). Publicou, entre outros, os livros: Os sentidos da democracia (organizado por Maria Célia Paoli, Petrópolis: Vozes, 1999); A economia da dependência imperfeita (Rio de Janeiro: Graal, 1995); Collor, a falsificação da ira (Rio de Janeiro: Imago, 1993); A economia brasileira: crítica à razão dualista (Petrópolis: Vozes, 1990); Elegia para uma religião (Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988); O elo perdido (São Paulo: Brasiliense, 1986). Participou dos livros O silêncio dos intelectuais; A crise do Estado-Nação; Oito visões da América Latina e Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo.

Franklin Leopoldo e Silva – Professor aposentado do Departamento de Filosofia da USP e professor-visitante no Departamento de Filosofia da UFScar. Publicou: Descartes, metafísica da modernidade (São Paulo: Moderna, 2005); Bergson: intuição e discurso filosófico (São Paulo: Loyola, 1994); Ética e literatura em Sartre (São Paulo: Unesp, 2004) e Felicidade; dos pré-socráticos aos contemporâneos (São Paulo: Claridade, 2007), além de ensaios nos livros A crise da razão;Tempo e história; O avesso da liberdade; Muito além do espetáculo; O silêncio dos intelectuais; O esquecimento da política; Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo; Vida, vício, virtude; A condição humana e Mutações: a experiência do pensamento.

Frédéric Gros – Professor da Universidade Paris-Est Créteil (UPEC) e editor dos últimos cursos de Michel Foucault no Collège de France. É autor de livros sobre a história da psiquiatria e filosofia penal. Estabeleceu, com Arnold Davidson, uma antologia de textos de Foucault: Philosophie (Folio essais 443, Paris: Gallimard, 2004). Escreveu ainda: Caminhar, uma filosofia (São Paulo: Ed. Realizações, 2010) e États de violence – Essai sur la fin de la guerre (Paris: Gallimard, 2006). Escreveu para o livro Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo e Mutações: a experiência do pensamento.

Guilherme Wisnik – Crítico de arte e arquitetura. Professor da Escola da Cidade, é formado pela FAU-USP e mestre em História Social pela FFLCH-USP. É autor de Lucio Costa (São Paulo: Cosac Naify, 2001); Caetano Veloso (São Paulo: Publifolha, 2005) e Estado crítico: à deriva nas cidades (São Paulo: Publifolha, 2009), e organizador do volume 54 da revista espanhola 2G (Gustavo Gili, 2010) sobre a obra de Vilanova Artigas. Suas publicações também incluem o ensaio “Modernidade congênita”, em Arquitetura moderna brasileira (Phaidon, 2004), “Hipóteses acerca da relação entre a obra de Álvaro Siza e o Brasil”, em Álvaro Siza modern redux (Hatje Cantz, 2008) e “Brasília: a cidade como escultura”, em O desejo da forma (Berlin Akademie der Künste, 2010). É colaborador do jornal Folha de S.Paulo, e curador do projeto de Arte Pública Margem (2010), pelo Itaú Cultural.

Jean-Pierre Dupuy – Professor na Escola Politécnica de Paris e na Universidade de Stanford, da qual é também pesquisador e membro do Programa de Ciência-Tecnologia-Sociedade e do Fórum de Sistemas Simbólicos. Publicou The Mechanization of the Mind: On the Origins of Cognitive Science (Princeton University Press); Self-deception and Paradoxes of Rationality (C.S.L.I. Publications); La Panique (Les empêcheurs de penser en rond); Pour un catastrophisme éclairé (Seuil, 2002); Avions-nous oublié le mal? Penser la politique après le 11 septembre (Bayard, 2002); Petite métaphysique des tsunamis (Seuil, 2005) e Retour de Tchernobyl (Seuil, 2006). Escreveu para o livro Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo; A condição humana e Mutações: a experiência do pensamento.

João Carlos Salles Pires da Silva – Doutor em filosofia pela Unicamp, é professor do Departamento de Filosofia da UFBA. Publicou, entre outros, os livros A gramática das cores em Wittgenstein (CLE–Unicamp, 2002); O retrato do vermelho e outros ensaios (Quarteto, 2006) e Secos & Molhados (Quarteto, 2009). Recentemente, teve publicada pela Editora da Unicamp sua tradução das Anotações sobre as cores de Wittgenstein, em edição bilíngue do texto restabelecido. Foi presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF) de outubro de 2002 a dezembro de 2006. No momento, com bolsa do CNPq, desenvolve a pesquisa “A gramática da experiência: O anímico na filosofia da psicologia de Wittgenstein”, sendo o atual diretor da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA.

Jorge Coli – Professor titular em História da Arte e da Cultura da Unicamp. Formou-se em História da Arte e da Cultura, Arqueologia e História do Cinema na Universidade de Provença. Doutor em Estética pela USP, foi professor na França, no Japão e nos Estados Unidos. Foi também colaborador regular do jornal francês Le Monde. É autor de Musica Final (São Paulo: Unicamp, 1998); A Paixão segundo a ópera (São Paulo: Perspectiva, 2003) e Ponto de fuga (São Paulo: Perspectiva, 2004), O corpo da liberdade (São Paulo: Cosac Naify, 2010). Traduziu para o francês Os sertões, de Euclides da Cunha e Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos. Recentemente, participou das seguintes publicações: O homem-máquina; Ensaios sobre o medo e Mutações: a experiência do pensamento.

José Miguel Wisnik – Livre-docente em literatura brasileira pela USP. Músico e ensaísta, publicou O som e o sentido – uma outra história das músicas (São Paulo: Companhia das Letras, 1989 /1999), Sem receita – ensaios e canções (São Paulo: Publifolha, 2004), Veneno remédio – o futebol e o Brasil (São Paulo: Companhia das Letras, 2008), entre outros livros e CDs. Teve ensaios publicados em Os sentidos da paixão, O olhar, Ética e Poetas que pensaram o mundo.

José Raimundo Maia Neto – Professor do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais, mestre em Filosofia pela PUC-Rio e doutor em Filosofia pela Washington University. Publicou os livros Machado de Assis, the brazilian Pyrrhonian (Purdue University Press, 1994, tradução brasileira: O ceticismo na obra de Machado de Assis, Annablume, 2007) e The christianization of Pyrrhonism: skepticism and faith in Pascal, Kierkegaard and Shestov (Kluwer, 1995). Organizou, em parceira com Richard H. Popkin, os livros Skepticism in Renaissance and post-Renaissance thought: new interpretations (Humanity Books, 2004) e Skepticism: an anthology (Prometheus Books, 2007). Com Gianni Paganini, organizou Renaissance skepticisms (Springer, 2009) e com G. Paganini e John Laursen, Skepticism in the Modern Age: Building on the work of Richard Popkin (Brill, 2009).

Luiz Alberto Oliveira – Físico, doutor em cosmologia, pesquisador do Instituto de Cosmologia, Relatividade e Astrofísica (ICRA-BR) do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF /MCT), onde também atua como professor de História e Filosofia da Ciência. É ainda curador de Ciências do Museu do Amanhã (em implantação) e professor convidado da Casa do Saber do Rio de Janeiro e do Escritório Oscar Niemeyer, dentre outras atividades. Escreveu ensaios para Tempo e história; A crise da razão; O avesso da liberdade; O homem-máquina; Ensaios sobre o medo; Ensaios sobre as novas configurações do mundo; A condição humana e A experiência do pensamento, sendo as três últimas publicações pertencentes à série Mutações.

Marcelo Gantus Jasmin – Historiador, mestre e doutor em ciência política pelo Iuperj. É professor no Departamento de História da PUC-Rio, onde leciona disciplinas de Teoria da História, e no Programa de Pós-Graduação em Ciência Política do IESP-UERJ, onde ensina Teoria Política e História do Pensamento Político. Publicou os livros Alexis de Tocqueville: a historiografia como ciência da política (Access, 1997 /Editora da UFMG, 2005); Racionalidade e história na teoria política (Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1998); Modernas tradições: percursos da cultura ocidental (séculos XV-XVII), com Berenice Cavalcante, João Masao Kamita e Silvia Patuzzi (Access / FAPERJ, 2002) e História dos conceitos: debates e perspectivas, com João Feres Júnior (PUC-Rio /Loyola /Iuperj, 2006), além de ensaios sobre as relações entre história e teoria política em periódicos e livros, como Ensaios sobre o medo e O esquecimento da política. É pesquisador do CNPq.

Maria Rita Kehl – Psicanalista, doutora em psicanálise pela PUC e escritora. Desde 2006, atende também pacientes na Escola Nacional Florestan Fernandes, do MST. Autora de artigos na imprensa brasileira desde 1974. Seus últimos seus livros são: O tempo e o cão (São Paulo: Boitempo, 2009); Ressentimento (São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004); Videologias (em parceria com Eugenio Bucci, São Paulo: Boitempo, 2004) e Sobre ética e psicanálise (São Paulo: Companhia das Letras, 2001). Escreveu ensaios em diversas coletâneas organizadas por Adauto Novaes, incluindo recentemente: Ensaios sobre o medo; Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo; Vida, vício, virtude e A condição humana.

Marilena Chauí – Professora do Departamento de filosofia na USP. Publicou, entre outros, os livros: Desejo paixão e ação na ética de Espinosa (São Paulo: Companhia das Letras, 2010); Política em Espinosa (São Paulo: Companhia das Letras, 2003); Brasil: mito fundador e sociedade autoritária (São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo, 2000); A nervura do real: imanência e liberdade em Espinosa (São Paulo: Companhia das Letras, 1999) e Da realidade sem mistério ao mistério do mundo (São Paulo: Brasiliense, 1981), além de ensaios em Os sentidos da paixão; O olhar; O desejo; Ética; Artepensamento; A crise da razão; Brasil 500 anos: a descoberta do homem e do mundo; Brasil 500 anos: a outra margem do Ocidente; O homem-máquina; Civilização e barbárie; O silêncio dos intelectuais; Ensaios sobre o medo; O silêncio dos intelectuais; O esquecimento da política e Vida, vício, virtude.

Olgária Matos – Doutora pela École des Hautes Études, pelo Departamento de Filosofia da FFLCH-USP, e professora titular dos departamentos de filosofia da USP e da Unifesp. Escreveu: Rousseau: uma arqueologia da desigualdade (Mg Editores Associados, 1978); Os arcanos do inteiramente outro – a Escola de Frankfurt, a melancolia, a revolução (São Paulo: Brasiliense, 1989); A Escola de Frankfurt – sombras e luzes do Iluminismo (São Paulo: Moderna, 1993) e Discretas esperanças: reflexões filosóficas sobre o mundo contemporâneo (São Paulo: Nova Alexandria, 2006). Colaborou na edição brasileira de Passagens de Walter Benjamin e prefaciou Aufklârung na Metrópole – Paris e a Via Láctea. Participou recentemente da coletânea Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo e de Mutações: a experiência do pensamento.

Oswaldo Giacoia Junior – Professor do Departamento de Filosofia da Unicamp. Doutor em filosofia, com tese sobre a filosofia da cultura de Friedrich Nietzsche na Universidade Livre de Berlim, publicou, entre outros livros: Os labirintos da alma (São Paulo: Unicamp, 1997); Nietzsche como psicólogo (Unisinos, 2004) e Sonhos e pesadelos da razão esclarecida (UPF Editora, 2005). Escreveu para Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo; A condição humana e Mutações: a experiência do pensamento.

Renato Lessa – Professor titular de teoria e filosofia política do Departamento de Ciência Política da UFF, no qual é Coordenador Acadêmico do Laboratório de Estudos Hum(e) anos. É presidente do Instituto Ciência Hoje e Investigador Associado do Instituto de Ciências Sociais, da Universidade de Lisboa e do Instituto de Filosofia da Linguagem, da Universidade Nova de Lisboa. Dentre os livros e ensaios sobre filosofia política que publicou, destacam-se: Veneno pirrônico: ensaios sobre o ceticismo (Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1997); Agonia, aposta e ceticismo: ensaios de filosofia política (Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2003); Ceticismo, crenças e filosofia política (Lisboa: Gradiva, 2004); Pensar a Shoah (Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2005); La fabricca dele credenze (Iride, 2008); Montaigne’s and Bayle’s Variations (Brill, 2009); “The ways of scepticism” (European Journal of Philosophy and Public Debate, 2009); e Da interpretação à ciência: por uma história filosófica do conhecimento político no Brasil (São Paulo: Lua Nova, 2011). Publicou ensaios em O esquecimento da política; Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo; Vida, vício, virtude; A condição humana; Mutações: a experiência do pensamento e A invenção das crenças.

Sergio Paulo Rouanet – Doutor em ciência política pela USP, é autor de Édipo e o anjo (Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2007); Riso e melancolia (São Paulo: Companhia das Letras, 2007); Idéias da cultura global e universal (São Paulo: Marco Editora, 2003); Interrogações (Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003); O espectador noturno e Os dez amigos de Freud (São Paulo: Companhia das Letras, 2003); Mal-estar na modernidade (São Paulo: Companhia das Letras, 1993); A razão cativa (São Paulo: Brasiliense, 1990); As razões do Iluminismo (São Paulo: Companhia das Letras, 1987).

Publicou ensaios nos livros Os sentidos da paixão; O olhar; A crise da razão; Brasil 500 anos: a outra margem do Ocidente; O avesso da liberdade; O homem-máquina; O silêncio dos intelectuais; O esquecimento da política; Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo; A condição humana, e Mutações: a experiência do pensamento.

Vladimir Safatle - Professor livre-docente do Departamento de Filosofia da USP, professor-visitante das Universidades de Paris VII, Paris VIII, Toulouse e Louvain, bolsista de produtividade do CNPq, autor de: Fetichismo: colonizar o Outro (Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010), La passion du négatif: Lacan et la dialectique (Georg Olms, 2010), Cinismo e falência da crítica (São Paulo: Boitempo, 2008), Lacan (São Paulo: Publifolha, 2007) e A paixão do negativo: Lacan e a dialética (São Paulo: Unesp, 2006). Desenvolve pesquisas nas áreas de epistemologia da psicanálise, desdobramentos da tradição dialética hegeliana na filosofia do século XX e filosofia da música. Publicou ainda ensaios nos livros A condição humana e Mutações: a experiência do pensamento.

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