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Fórum encerra Ano da Leitura e torna o livro Política de Estado

Mar 09, 2006

Com a presença prevista de mais de 1.500 dirigentes, profissionais e especialistas em livro e leitura no Brasil, o Fórum PNLL Vivaleitura – que acontece neste domingo e segunda-feira (12 e 13 de março) em São Paulo, durante a 19º Bienal Internacional do Livro – vai encerrar oficialmente o Ano Ibero-americano da Leitura, o Vivaleitura, com uma notícia há muito esperada por quem atua na área. As ações desenvolvidas por governos, setor privado e instituições do terceiro setor para fomentar a leitura no País finalmente vão ganhar o status de Política de Estado – primeiro passo para que passem a ter um caráter mais permanente e não corram tantos riscos em momentos de substituição de ocupantes de cargos federais, estaduais e municipais.

Fórum encerra Ano da Leitura e torna o livro Política de Estado

Fórum encerra Ano da Leitura e torna o livro Política de Estado

Com a presença prevista de mais de 1.500 dirigentes, profissionais e especialistas em livro e leitura no Brasil, o Fórum PNLL Vivaleitura – que acontece neste domingo e segunda-feira em São Paulo, durante a Bienal Internacional do Livro – vai encerrar oficialmente o Ano Ibero-americano da Leitura, o Vivaleitura, com uma notícia há muito esperada por quem atua na área. As ações desenvolvidas por governos, setor privado e instituições do terceiro setor para fomentar a leitura no País finalmente vão ganhar o status de Política de Estado – primeiro passo para que passem a ter um caráter mais permanente e não corram tantos riscos em momentos de substituição de ocupantes de cargos federais, estaduais e municipais.

A principal novidade será o lançamento do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), uma iniciativa liderada pelos ministérios da Cultura e da Educação e Fundação Biblioteca Nacional que reunirá já em sua primeira edição – que compreende o triênio 2006/2008 – algumas centenas de programas e projetos e um calendário anual com as atividades e os eventos dentro e fora do Brasil nesta área. Em sua primeira versão – que será apresentada na segunda-feira, no encerramento do Fórum – pelos ministros da Cultura, Gilberto Gil, e da Educação, Fernando Haddad, o PNLL já terá 185 ações cadastradas – um número que, segundo o coordenador geral do Plano, Galeno Amorim, deve crescer rapidamente após sua divulgação.

O Plano Nacional do Livro e Leitura foi elaborado, de acordo com ele, com a participação de centenas de entidades da cadeia produtiva do livro, universidades, bibliotecas, ONGs e governos estaduais e municipais, o que mobilizou cerca de 50 mil lideranças durante quase um ano. Apesar dessa ampla participação da sociedade, os dois ministérios ainda vão submeter, a partir desta segunda-feira, o PNLL a uma consulta pública via Internet (www.pnll.gov.br) para colher novas sugestões e propostas e estimular a adesão de outros parceiros.

Há uma estimativa que em dez anos o número de parceiros do PNLL possa chegar a 100 mil, que foi o número de instituições públicas e privadas, escolas, bibliotecas e voluntários que desenvolveram algum tipo de atividade de fomento à leitura no Brasil em 2005, por ocasião das comemorações do Ano da Leitura, comemorado em 21 países da região ibero-americana. Uma das estratégias para que esse número seja de fato alcançado é o lançamento – também na segunda-feira – do Prêmio Vivaleitura, instituído pelos dois ministérios e que organizado, durante os próximos dez anos, pela Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), com apoio da Fundação Santillana.

O Plano – que será transformado em uma portaria interministerial, que será assinada, em abril, durante a Semana do Livro – é constituído por 20 linhas de ação distribuídas por quatro eixos estratégicos: Democratização do Acesso, Fomento à Leitura e Formação, Valorização da Leitura e Comunicação e Apoio à Economia do Livro. O ponto de partida para sua elaboração foi o documento Linhas de Ação para a Política Nacional do Livro, debatida com a sociedade e apresentado no ano passado na Câmara Setorial do Livro e Leitura para fazer cumprir as finalidades da Lei 10.753/2.003, a Lei do Livro.

Entre os conferencistas do Fórum PNLL Vivaleitura, estão estrangeiros como Luis Bernardo Peña e Luis Fernando Sarmiento, da Colômbia, e Elsa Ramírez Leyva, do México, e brasileiros como Marisa Lajolo (Unicamp), Tania Rosing (Universidade de Passo Fundo), Vera Mazagão e Muniz Sodré, presidente da Fundação Biblioteca Nacional. O Fórum é patrocinado pela Petrobrás, Caixa Econômica Federal e Fundo Pró-Leitura e tem o apoio das entidades nacionais da área do livro, leitura, bibliotecas e de escritores.

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