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Notas sobre o Jornalismo: a pauta ferida de morte?

Oct 09, 2007

Discute o quanto a pauta dos veículos está comprometida com o “pensamento único” e circunscrita pela tomada de posição das agências internacionais de notícias, ao mesmo tempo em que, aqui e

Meu propósito na presente intervenção é compilar uns poucos subsídios, entre os que venho colecionando nesses últimos anos, que nos permitam sopesar o quanto a pauta dos veículos está comprometida com o “pensamento único” e circunscrita pela tomada de posição das agências internacionais de notícias, ao mesmo tempo em que , aqui e ali, peca pela inanição na apuração.

Não caberia nos limites destas breves nótulas, relacionar os inúmeros exemplos de instantâneos de momentos em que veículos privados dos Estados Unidos se somaram às estratégias imperiais do Departamento de Estado norte-americano, incorporando o discurso oficial em relação, por exemplo, ao Afeganistão e ao Iraque.

Vejamos o caso da intervenção estadunidense no Iraque, a segunda maior reserva de petróleo do mundo. Os correspondentes da CNN naquele país viram-se obrigados, em determinado momento, a submeterem seus textos, antes da edição, à sede da emissora em Atlanta num sistema chamado script approval. Ou seja, uma censura prévia, uma triagem do que se encaixava ou não se encaixava no molde da linha editorial da casa.

Também sabe-se que os alquimistas responsáveis pelas chamadas “operações psicológicas” da administração Bush, sob o toldo da “firma de comunicação estratégica” Lincoln Group, plantaram em jornais iraquianos e árabes artigos tendentes a “melhorar a imagem” dos Estados Unidos. Mais de mil artigos, cozinhados no Lincoln e copidescados por oficiais do Exército americano, foram publicados em no mínimo 15 jornais iraquianos e árabes, que cobravam de US$ 40 a US$ 2000 para estamparem o material de propaganda do Pentágono. O governo Bush não era se empenhou apenas no esforço de guerra contra o Iraque, não investia seus serviços de inteligência, suas impressionantes dotações orçamentárias apenas numa campanha militar, mas também numa campanha maciça, muito bem-estruturada, de relações públicas, de media training e de entorpecimento das consciências críticas. O que se desenhou inequivocamente foi uma guerra midiática.

Ademais, as redes de TV americanas evitavam ao máximo exibir imagens de iraquianos mortos. A se acreditar em Douglas Kellner, um repórter da CNN de nome Walter Rogers, confessou que, na única vez que a emissora mostrou um iraquiano morto, o painel de comando da CNN “acendeu como uma árvore da Natal”, por conta dos protestos dos telespectadores que cobravam que imagens de mortos de guerra não fossem veiculadas. Temos conhecimento também que alguns correspondentes não se importaram em vestir o uniforme do Exército americano durante a cobertura.

A partir de 2002, ainda sob o impacto do 11 de setembro do ano anterior, a Casa Branca criou uma espécie de agência de propaganda das versões de certos fatos que mais servissem ao Departamento de Estado, ao Pentágono. Chamava-se Escritório de Influência Estratégica e atuaria junto aos veículos de todo o mundo. A repercussão da criação do órgão foi acima do esperado e fez o governo norte-americano recuar e fechar o escritório, o que não implica dizer que os planos da Casa Branca de pautar a mídia internacional tenham-se frustrado.

O Departamento de Defesa também chegou a contratar os serviços da empresa de relações públicas de John W. Rendon – ex-cacique do Partido Democrata que já trabalhara para a CIA – a fim de espalhar a inversão da realidade no que se refere à informações sobre o planejamento de guerra contra o Afeganistão. Desde o 11 de setembro, seus serviços de marqueteiro e “lobista pela guerra contra o terror” lhe valeram a bagatela de US$ 7,5 milhões, segundo fontes do Pentágono.

Acompanhamento qualitativo do noticiário impresso depois do 11 de setembro de 2001 é sugestivo de uma busca editorial pelo “bode expiatório” da vez.

Em 30 de dezembro de 2001, mais de três meses depois do terrível atentado, um bombardeio aéreo das tropas americanas sobre a vila de Niazi Kala (em pleno cerco ao regime taleban) resultou na morte de 52 inocentes, 25 crianças entre estes. Na vila, não havia nenhum sinal de controle da Al-Qaeda ou de algum taleban...O episódio praticamente não existiu para o vetusto New York Times, embora jornais ingleses como The Independent, London Times e Guardian tenham manchetado a carnificina com relevo.

A CNN, depois do 11 de setembro, preferiu não alcançar as camadas mais fundas dessa cobertura, desinteressando-se de contextualizações, da mais ligeira explicitação das dissenções étnicas subjacentes à tematização oportuna, privilegiando – curiosamente – a legitimação editorial da preparação enfurecida para o ataque. Pareciam discípulos dóceis dos fanáticos integrantes do Foreign Policy Research Institute (Instituto de Pesquisa de Política Exterior), um centro de estudos das elites conservadoras daquele país localizado na Filadélfia. A corda insistentemente vibrada era a do ataque a Cabul, o combate ao Islã, a urgente eliminação do milionário saudita Osama Bin Laden, suposto mentor do atentado, enfim, a “cruzada de Bush contra o Eixo do Mal” - uma “cortina de fumaça” para estrategista nenhum botar defeito. A nossa nova Roma exibiu não só seu indiscutível poderio militar como sua força junto à mídia, inclusive, às agências de notícia, repito. As redações ao redor do mundo se servem consideravelmente – quando não unicamente – do conteúdo prêt à porter das agências, muitas delas divulgadoras dessa propaganda oficial, muito por conta do enxugamento dos recursos humanos nas empresas jornalísticas. Em entrevista a mim e a Pedro Paulo Venceslau, publicada na revista Imprensa, o veterano correspondente da Rádio Jovem Pan em Paris, Reali Jr. decreta: “No Brasil, a era dos correspondentes está chegando ao fim. (...) Alguns jornais brasileiros chegaram  a ter 10, 12 correspondentes. Hoje eles estão reduzidos a essa ‘solução Folha’ de bolsista, que eu acho um absurdo. (...) Esses bolsistas que a Folha instituiu existem para quebrar o galho.” E continua seu diagnóstico: “Dessa forma, eles pagam um salário muito menor. Em nove meses – o tempo de duração das bolsas da Folha – ninguém conquista o conhecimento necessário para o país.”

O “pensamento único” não tardou a contagiar também a mídia brasileira. Onde se leu nos diários brasileiros o lembrete da cobiça pelas fontes de petróleo, fato talvez conhecido até pela Velhinha de Taubaté, criação imortal de Luís Fernando Veríssimo? Reconheça-se que, no calor da hora, muitos cientistas políticos, historiadores e acadêmicos foram convocados para entrevistas e para repercutirem as cenas terrificantes do atentado que provocou o sacrifício de três mil vítimas. Mas, por honestidade intelectual, devemos admitir que muitas dessas fontes de última hora nem sempre estavam minimamente preparadas para uma reflexão mais arguta, mais imanente, nem necessariamente tinham intimidade com o tema explorado. Notamos, por exemplo, que os meios de comunicação brasileiros não se perguntaram por que, como impacto da tragédia de 11 de setembro, o dólar que despencou no mundo inteiro, subiu aqui no Brasil. Salvo melhor juízo, os analistas econômicos não foram interrogados a respeito nos veículos dedicados ao hard news.

Na contramão dos jornalistas que digeriam o prato feito, o PF, dos jornalistas justiceiros de Washington, Chicago, Nova Iorque e Atlanta, o professor José Arbex Jr. contesta até mesmo a embalagem do 11 de setembro como o “maior atentado da história”, evocando, por exemplo, as hecatombes de Hiroshima e Nagasáqui e os ataques dos EUA às populações do Laos, Vietnã e Camboja nos anos 60 e 70, com saldo de no mínimo três milhões de mortos. (Arbex, 2003: 49) Interrogamo-nos se o bombardeio que houve de um palácio da família de Saddam Hussein logrou alcançar que seja a ínfima parte da simbologia que revestiu o atentado às torres gêmeas, o grande bastião da sociedade de consumo?

Dos recortes que guardo comigo, pesco dois exemplos bastante sugestivos da cobertura. A revista Veja, em reportagem da edição datada de 19 de setembro de 2001, intitulada “A descoberta da vulnerabilidade”, doutrinou, sob sua lente maniqueísta:

O ataque da semana passada tem a assinatura de um tipo particularmente terrível de terrorismo, cuja motivação é o fanatismo muçulmano.(...) Como se pode lidar com terroristas cujo objetivo é retornar ao século VIII? Eles não fazem exigências, não pedem dinheiro para libertar reféns. Só querem ver sangue. (...) O que os fundamentalistas não suportam em Israel não é a opressão de uma população sob ocupação, mas o fato de o Estado judeu ser a presença ocidental mais perto de suas mesquitas. Se destruíssem Israel, o que viria depois? Os terríveis atentados nos Estados Unidos dão idéia do que são capazes (...) A globalização incomoda a turma do turbante pela modernidade que traz no bojo. O fundamentalismo islâmico é, em boa medida, a manifestação de uma elite que exerce sobre seus povos uma tirania milenar, baseada na religião e nos costumes imutáveis. (...) O universo dos fundamentalistas é aquele em que se queimam livros, se proíbem filmes e música. As mulheres são cobertas de véus e devem submissão ao poder masculino.

Observe-se que até a representação simbólica das identidades culturais do Oriente são recortadas de maneira “enviesada”, num estilo de cobertura que, a longo prazo, ameaça envenenar o própria concepção de processo democrático. Posteriormente, uma caricatura do profeta Maomé publicada por um jornal dinamarquês também constituiu uma marcha-a-ré na direção da concórdia na região.

Articulistas da nossa grande imprensa intentaram associar movimentos de esquerda com uma suposta satisfação ou entusiasmo pela ocorrência do atentado. Foi o caso do diplomata J. O. de Meira Penna, em artigo do Jornal da Tarde, de 17 de setembro de 2001. Afirmou ele: “O fato é que, em todo mundo e não somente entre os palestinos, a esquerda sinistra, totalmente irracional, exultou com o golpe ‘mortal’ dado ao ‘imperialismo’ [aspas dele]”, e vai além dizendo que não se surpreenderia se Bin Laden fosse “convidado para encabeçar o gigantesco ‘Foro Social’ [ainda aspas dele]”

Para o politicólogo Moniz Bandeira, os atentados terroristas “configuram a ‘razão propagandística’, que George W. Bush, como Adolf Hitler, urgia para legitimar-se no poder, deflagrar a guerra sem fim, a guerra permanente (...) Tornava-se necessário” – continua ele – “fomentar o pânico, chocar a opinião pública mundial, lançá-la contra os árabes, com o objetivo de apresentar o islamismo como o novo inimigo, no sentido do clash of civilizations, tal como Samuel P. Huntington conceituara, ao apontar a bellicosity and violence dos muçulmanos, anotando que eles sempre mantiveram relações antagônicas com povos de outras civilizações, em todas as partes do mundo.” (Bandeira, 2005:639, 640).

Douglas Kellner anotou, mui oportunamente, que George W. Bush, em entrevista coletiva de 06 de março de 2003, empregou a palavra “eu” e “meu governo”, além de demonizar o Iraque, pelo menos 16 vezes, não economizando em auto-suficiência e cólera belicista. O mesmo Kellner, em diversas ocasiões, teve oportunidade de desnudar o antiintelectualismo, o moralismo e o emprego à farta da retórica do ódio por parte do messiânico presidente americano. A rede de videoclubes Blockbuster, pertencente ao conglomerado de mídia Viacom, não comercializou em suas 8500 lojas em 29 países exemplares do filme “Tiros em Columbine”, de Michael Moore, um bofetão no rosto dos responsáveis pela orgia armamentista nos Estados Unidos.

Sem querer tomá-los também como verdades absolutas, irrecorríveis – nunca é demais sublinhar -, não podemos deixar de reconhecer a importância do canal de notícias via satélite 24 horas Al Jazeera, como um registro a mais para que o consumidor de notícias possa, conforme o jargão sovado, “tirar suas próprias conclusões”, sem “consenso forçado” nem propaganda da retórica ultranacionalista, expansionista e anti-islâmica. O canal árabe – uma das tribunas midiáticas de Bin Laden - foi fundado em 1996 por um xeque do Catar que destituiu o pai do poder e estabeleceu a liberdade de imprensa. Aliás, não é nada desprezível o número de assinantes da Al Jazeera internacional na América Latina...A Internet, a partir de seu rico acervo e a bem da polifonia discursiva, também tem sua responsabilidade no esclarecimento dos consumidores de notícias, contribuindo para a livre circulação de informações e para um jornalismo mais plural. Blogues como o do já evocado Douglas Kellner revelam-se suculentos de informações e arrazoados que jamais veremos veiculados pela CNN, muito mais interessada em tratar de mísseis, aviões de combate e armas químicas.

Em livro de 2001, Leão Serva nos alertou como tende a encolher o destaque a uma determinada cobertura que tenha desenvolvimento mais longo. O caso citado aí é o da guerra civil na Bósnia-Herzegóvina e o conflito Iraque-Kuwait (que resultou, afinal, na Guerra do Golfo). Essa monografia de Leão vem ao caso por esmiuçar as razões explicativas das apurações incompletas nas coberturas ou das lacunas de entendimento no consumidor da notícia. Ele o faz a partir de sua experiência de correspondente de guerra na antiga Iugoslávia (hoje Sérvia e Montenegro). Leão aborda episódios que mereceriam maior contextualização, maiores “suítes” e que são noticiadas como coisa corriqueira, ignorando-se todo e qualquer desdobramento. Ao classificar procedimentos editoriais (como a saturação e a simplificação), o autor abre as feridas do processo de “desinformação” do leitor, sobretudo em cobertura de guerra. Conclui certeiramente, a dada altura: “Os meios de informação, portanto, criam clones dos fatos, parecidos com seu objeto apenas o suficiente para que haja verossimilhança. Mas, como os clones biológicos reais, ou mais ainda como os humanos do filme Blade Runner (de Ridley Scott), são fatos sem gravidez, sem história, sem memória.” (Serva, 2001:135) Talvez Leão Serva ficasse tentado a investigar a ausência dessa genealogia nas reportagens sobre o cerco a Bin Laden e a Saddam Hussein.

Como diferencial daquela torrente jornalística pelo apelo fácil e tentador da lei de Talião, pela retaliação pura e simples sem a procura do entendimento do que havia por trás dos atentados, merece ser citado o Wall Street Journal, que, em outubro de 2001, ouviu muçulmanos de grande poder aquisitivo que, embora a favor dos Estados Unidos, fizeram restrições à política americana na região. Outro cuidadoso observador do Oriente Médio digno de menção – de fé por parte dos não-incautos – é o jornalista britânico Robert Fisk, autor de A Conquista do Oriente Médio e uma das principais atrações da midiática Feira Internacional Literária de Paraty. Em entrevista à revista Caros Amigos de agosto deste ano, Fisk, correspondente do jornal The Independent e há décadas vivendo em Beirute, no Líbano, exprimiu seu desgosto com esses mesmos vícios de apuração que aqui inventario. Citando nominalmente órgãos como New York Times, Washington Post e Los Angeles Times, criticou a dependência carnal que as equipes de reportagem têm das fontes oficiais: “Se um repórter desafia as autoridades, o que deveria ser o trabalho dele, especialmente em tempo de guerra, é visto como impatriótico e potencial subversivo. Eu não ligo para o que as pessoas falam.”

Também devemos muito do que sabemos de Bagdá e do seu dia-a-dia pelo “Diário de Bagdá”, assinado pelo repórter Sérgio Dávila e pelo fotógrafo Juca Varella, nas páginas da Folha de S. Paulo. Sérgio e Juca foram os únicos enviados ao Iraque de toda imprensa brasileira. Ambos não foram insensíveis a um olhar mais humano, dando voz ao bagdali anônimo, caçando grandes histórias de homens comuns na capital iraquiana, personagens de carne e osso na peleja diária pela sobrevivência num país vitimado pelo bloqueio econômico. Do impacto de uma tempestade de areia ao fruteiro que continua apregoando suas bananas apesar dos mísseis das forças anglo-americanas, passando pela gafe de se pintar o bigode por aquelas bandas, nada era desimportante na hierarquização dos fatos do “Diário de Bagdá”, que, não à toa, quando reunido em livro, ganhou o subtítulo de “A Guerra Segundo os Bombardeados”.

Ainda assim – e para concluir desgraçadamente com uma nota melancólica – ao que se saiba, o campo jornalístico não oferece alternativas muito sedutoras a essa cobertura satanizadora do mundo muçulmano e disseminadora da tal “razão propagandística” dos “falcões”, que continua rija servindo a um mesmo projeto de poder. Tem-se em vista, para não esquecer o velho Bourdieu, que esse campo se estrutura, a nossos olhos, de posições ocupadas por dominados (carentes de condições materiais de desafinar esse coro ensurdecedoramente monocórdico) e dominantes (legitimados por um capital social específico, estranho a muitos soldados rasos da notícia, que, à primeira vista, adorariam buscar um palmo de chão limpo...).

Referências bibliográficas

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SERVA, Leão. Jornalismo e desinformação. São Paulo: SENAC SP, 2001


Periódicos

Caros Amigos, ano XI, nº 125, agosto-2007

Imprensa, ano 20, nº 225, julho-2007

Veja, 19-setembro-2001


Trabalho apresentado no II Seminário Comunicação na Sociedade do Espetáculo, realizado nos dias 5 e 6 de outubro de 2007, na Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo.
 
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Gabriel Kwak é jornalista e escritor, pós-graduado em Teoria da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero, colaborador das revistas Imprensa e Diálogos & Debates (da Imprensa Oficial do Estado de S. Paulo). Lançou em 2006 o livro O Trevo e a Vassoura (Editora Girafa).

Contato: [email protected]
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